LUTO: DO CASULO À BORBOLETA
Jogo de tabuleiro ou mesmo baralho,
Com o casulo eu não me atrapalho,
O lúdico é o nosso maior objetivo
Para o processo de luto, é preciso
Jogar na vida, na dor, sem bugalhos,
De forma autêntica, criando atalhos,
Mudar o olhar, eu, portanto, o repriso,
Transforma pensamento, torna-o vivo.
Jogo de tabuleiro, colcha de retalhos
Feita de elementos, com cabeçalho
Explicando regras, sendo tão festivo
Tendo propósito, algo muito ativo.
Jogar é dar tratos a bola, no trabalho
Elaborar, criar pistas, jamais eu falho,
O jogo e dinâmico, isto é meu crivo,
Com os elementos afetivos e efetivos.
Ninita Lucena